domingo, 28 de junho de 2009
Homenagem...luto.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Viver junto, morrer sozinho
sexta-feira, 12 de junho de 2009
O dia em que os filmes americanos me decepcionaram
Estava vendo escorpião rei na tv, e um erro do roteiro me fez pensar o seguinte. Porque o escritor era tão ruim a ponto de fazer dos inimigos seres tão desalmados?
Então eu lembrei que tudo que sai dos Estados Unidos é assim e não porque os escritores são ruins, mas porque eles acreditam que existe um inimigo sem alma que quer nos matar ou que eles querem nos condicionam a pensar que existe um inimigo sem alma que quer nos matar. Isso não é evidente apenas nos filmes mas até em desenhos infantis. Sempre existe o "Inimigo".
Esse condicionamento age em nossas vidas mais do que imaginamos, faz com que as pessoas que não seguem o que acreditamos sejam vistas como uma ameaça, algo errado que não deva existir, ou seja, uma geração criada para ser fascista. Espero o dia que exista uma evolução real na consciência em que se apague a ilusão da existência de um inimigo, pois quando isso acontecer notaremos que quando fazemos mal a alguém estamos fazendo mal a nós mesmos.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Sol
Quando somos crianças quem nos acolhe, nos alimenta, nos mostra o que é "certo" e "errado" são nossos pais. Os pais são deus na visão da criança. Sem os pais a criança não tem relação com o mundo e tudo vira caos. O homem cresce e acha difícil deixar a imagem dos pais e criaram deus. Ser senhor de si mesmo é uma responsabilidade tão grande que chega a ser absurda. Deus é a manifestação da falta de Fé do homem nele mesmo.
terça-feira, 2 de junho de 2009
"DEVOLTA AO OUTONO"
Cansado da longa vida Já sem sua mocidade Se perde o pensar por uma janela Sente a brisa soprando saudades
Ah, quantas lembranças Das tardes, do vento gelado Daquela paixão de infância Em um feliz irregressível passado
Vem um aperto no peito Sente o inverno mais perto Com um suspiro profundo Já sabe deu destino perpétuo
Amigos se foram há tempos Relembra como uma antiga canção Cantada em uma casa de pedra Que agora zela sua solidão
Esta noite o homem dorme sorrindo Em sonhos serenos caminha Doutro lado todos já o esperam Deste aqui tudo já se definha
De quantos outonos perdeu a conta Das festas, dos beijos roubados Nas marcas no rosto se aponta Um sorriso vagaroso, que jaz parado
Descansa pensando agora Onde um coração há gravado No tronco de um salgueiro Com o nome de um amor selado



